quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Doutrinação Militar Pró Bolsonaro na Escola Militar, pode?

Veiculado um vídeo de uma escola militar do Amazonas, onde os alunos repetem palavras de ordem comandados por um instrutor e, dentre as palavras, algumas de exaltação ao Deputado Jair Messias Bolsonaro.

Comecemos do começo. A doutrinação política ideológica nas escolas é de longa data sabida, entretanto, a mesma em sua esmagadora maioria sempre tem sido com o viés esquerdista, socialista e comunista.

Bastou um vídeo, de menos de um minuto e meio, gravado em uma escola militar, apoiando um candidato, que tem a sua ideologia assumidamente militar, para que todos os esquerdo-sócio-comunas de plantão começassem a gritar.

Analisemos. Pode ocorrer doutrinação ideológica política nas escolas? Não.

Ocorre doutrinação política nas escolas? Sim. E creio ser muito improvável que não ocorra.

Se você matricula seu filho em uma escola militar, que tipo de ensino, educação, comportamento, ideologia é presumível que lhe seja ensinado? A militar, óbvio. E se dentre uma imensidão de candidatos de esquerda existe um de mais relevância que se diz de direita, assumindo e defendendo e os interesses militares, é compreensível que essa ESCOLA MILITAR o apoie? Óbvio que sim.

Do contrário, não matricule o seu filho em uma ESCOLA MILITAR. Ponha o no Pedro II, por exemplo, onde os alunos podem usar saias.


Um pedaço de papel (a lei) não tem o poder de mudar a realidade, o contrário sim. Devemos defender que as ideologias políticas sejam abertas e não veladas, por debaixo dos panos, disfarçadas, como é a prática da maioria e esmagadora da esquerda.

domingo, 15 de janeiro de 2017

REBELIÕES, PRESOS e "DIREITOS HUMANOS" (?)



Rebeliões espocam nos presídios de todo o Brasil, clamando, os detentos, por dignidade e respeito aos seus direitos humanos. Teriam razão?

Comecemos do começo. Quando alguém infringe alguma lei, está sujeito a determinada sanção. Esse é um entendimento basilar, entretanto, este mesmo já sofre uma prostituição em seu conceito para que ao final as conclusões sejam incorretas.

Não abordaremos aqui se a pena restritiva de liberdade para o crime A, B ou C é “justa”. Isso seria discutir a lei em abstrato, o que não nos interessa neste momento. Alguém infringiu alguma lei, logo, se for descoberto, está sujeito a determinada sanção, e algumas infrações submetem a sanções de restrição de liberdade.

Em sendo descoberto, o marginal (entenda: àquele que ultrapassou a margem da lei) será investigado e o seu delito apurado, e assim sendo caracterizada a sua culpabilidade (suponhamos que este delito preveja a restrição de liberdade), o mesmo será preso. Correto? Não. Entre a condenação de um marginal e a prisão, hoje, existem muitíssimas maneiras legais deste não ser preso. Assim, entenda-se que, quem encontra-se preso hoje é porque realmente não conseguiu qualquer outra alternativa para permanecer em liberdade. E quem está preso há muito tempo é porque já infringe a lei reiteradamente, ou porque a sua infração é deveras grave.

Uma vez estando sob a guarda e responsabilidade do Estado, o marginal tem a sua liberdade tolhida, e entendamos que a pena restritiva de liberdade é tão somente isso, RESTRIÇÃO DE LIBERDADE. Entretanto, algumas outras medidas acessórias são necessárias para que se mantenha o bom andamento e a ordem, tanto da sociedade como da própria penitenciária. Haja vista que, este ser foi retirado do convívio social, pois que oferecia grave risco aos demais cidadãos.

MEDIDAS ACESSÓRIAS À RESTRIÇÃO DE LIBERDADE
Sem entrar em maiores detalhes, uma destas medidas é a comunicação extramuros controlada, sendo, por exemplo, proibida a posse e uso de aparelho celular. Apesar de ser bastante conhecido que em muitas penitenciárias os presos utilizam livremente estes aparelhos.

DOS ÓRGÃOS DE DEFESA DE DIREITOS HUMANOS (de marginais)
É notório também que, muitos dos defensores de direitos humanos, somente realizam seus trabalhos junto a quem comete crimes, não se fazendo presentes quando as vítimas são cidadãos comuns e trabalhadores da sociedade (e aqui nem vou mencionar os policiais). Ocorre que, estes defensores de “direitos humanos” apenas ensinam aos presos os seus direitos, não se importando nem um pouco em também lhes passarem as suas obrigações, como por exemplo: a proibição do aparelho celular, não matar e decapitar um outro preso só por ele pertencer a um outro grupo criminoso, respeitar os agentes penitenciários, etc.

DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
É facilmente interpretável a tendência dos meios de comunicação em tratar os detentos como vítimas de um sistema opressor, racista, elitista e que nunca ofereceu oportunidades para àquele que veio a delinquir. Levando a conclusão, assim, os telespectadores a crerem que àqueles que se encontram no cárcere são “vítimas da sociedade”¹ e de um Estado muito cruel.

CONCLUSÃO
Entendidas essas premissas, entendemos que um dos grandes erros cometidos por todos aqueles responsáveis, tanto pelo sistema em si, como pelos meios de comunicação, é o de querer garantir aos presidiários os mesmos direitos de quem se encontra em liberdade. O que em sua prática é impossível, vindo consequentemente a resultar em frustrações e tomadas de revolta por parte dos marginais presos e os que estão em liberdade também.

Assim, chega-se a um estado de coisas absurdas, onde por algumas vezes quem se encontra privado de sua liberdade tem mais direitos assegurados do que aquele cidadão que se encontra em liberdade.

E qual a solução? Antes de pensar em alguma solução para este quadro, deve-se adotar o entendimento primeiro que:
1-    Quem se encontra no cárcere é porque delinquiu;

2-    Quem está preso hoje e quem se encontra preso há muito tempo é porque comete crimes de forma contumaz ou porque o seu crime foi bastante grave, haja vista a enorme gama de possibilidades para os criminosos permanecerem em liberdade;

3-    Não é possível garantir aos presidiários os mesmos direitos de quem se encontra em liberdade;

4-    Presidiários não são vítimas da sociedade e nem do Estado, são pessoas que não aceitaram cumprir a lei como ela se apresenta;

5-    Que os órgãos de defesa de direitos humanos de marginais assim se identifiquem e que ensinem aos presos, além de seus direitos, as suas obrigações;

Solução a curto prazo não existe, porém, se adotarmos esses entendimentos assertivos neste momento, talvez algum dia consigamos algum progresso.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

ÉTICA? VALORES? PRINCÍPIOS? E VOCÊ?

Vivemos hoje uma realidade triste e cada vez mais sorumbática, pois que temos jovens que não têm a menor noção de valores, princípios e qualquer bom senso. Porém, o que são os jovens senão o um frio reflexo daquilo que lhes foi passado pelos homens e mulheres mais maduros?

Muitos vêm a reclamar e questionar o fato de qualquer competição de disciplinas mundial, o Brasil sempre se coloca nos últimos lugares, jamais conseguindo sequer ficar dentro das 100 primeiras posições. Podemos correlacionar aqui uma estreita relação com a perca da ética, bem como a prostituição de valores e princípios. O que ocorre é assim como a matemática, ciências, gramática dentre outras, a ética também requer esforço, dedicação e empenho, pois que se trata de sopesar valores, ponderar princípios, etc. Porém, como fazer tais análises se sequer sabemos o conceito dos mesmos?

Em poucas palavras, ética é tão somente isso, fazer análises ponderando valores e princípios e decidindo os mais importantes, urgentes e necessários. Entretanto, impossível realizar tal tarefa, tão pouco exigi-la dos mais jovens, pois que à esses foi solapado até mesmo o aprendizado dos conceitos mais básicos de princípios e valores.

Como exigir de um jovem uma conduta proba, quando o mesmo cresceu ouvindo dos mais velhos que o Brasil é o país do jeitinho, da propina na ‘blitz’, do samba, carnaval, futebol e grandes bundas?

Como exigir da menina um comportamento de dama, quando esta já viu várias vezes sua própria mãe dançando músicas que exaltam a criminalidade, a promiscuidade e comportamentos tais?

Que mensagem estamos passando aos jovens?


Que adultos teremos amanhã?

terça-feira, 20 de setembro de 2016

DILMA e JANDIRA, 21 de setembro no Centro/RJ


Amanhã (12 de setembro de 2016) você não pode perder a presença de dois ícones do cenário político.


Dilma- autora da estocagem de vento, saudações a mandioca e mosquita, sem contar os 12 MILHÕES de desempregados.


Jandira- a comunista assumida, regime politico este que matou mais de 100 MILHÕES de pessoas na história do mundo, para aumentar um pouquinho mais esse número ela é contra a redução da maioridade penal, logo, concorda que se um rapaz com 17a, 11 meses e 29 dias roubar seus pertences, estuprar sua filha e matar você, tá de boa, no máximo dos máximos em 3 anos estará batendo na porta do seu vizinho.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Chico Buarque, MPB, História e Impeachment. Ou 2016, o Ano do Golpe?

Chico Buarque é um artista musical, integrante daquilo que se chama de “MPB”, e historicamente, os artistas desse segmento tendem a acompanhar os movimentos revolucionários. Afirmação está de fácil constatação ao se verificar os registros históricos. Pelo menos quanto a isso os livros não mentem.

Ocorre que, desde a mais tenra idade tentava entender o significado, o conceito e qual o público desta tal MPB, a não ser aquela imagem que vem a mente da Z. Sul, calçadão da praia, barezinhos bem conceituados, dentre outras que sempre muito diferiam da minha realidade. Como sempre residi em bairros suburbanos, tal estilo musical nunca foi muito comum aos meus ouvidos, não que eu não aprecie, dependendo do momento, uma certa canção ou outra que receba tal classificação (MPB).

Porém, como acredito que só é possível amar àquilo se conhece na intimidade, eu nunca fui fã de MPB, e conheço poucas pessoas que o sejam, pessoas estas pobres, moradoras do subúrbio carioca e sem muitos recursos financeiros, em sua maioria.

O contrassenso é facilmente perceptível ao se confrontar o 2º e 3º parágrafos acima, pois que, como pode um segmento que é apreciado, pelo menos em sua maioria, por moradores de bairros nobres e pessoas abastadas financeiramente, alegar defesa dos pobres, igualdade para todos, dentre outros chavões esquerdo-sócio-comunistas (desculpem o neologismo)? Só pode existir uma destas duas respostas para tal pergunta. Ou a alegação das causas que defendem é puro fingimento; ou, de repente, um dia tais alegações já fizeram sentido, no entanto hoje não fazem mais parte da realidade.

Senão vejamos. Como pode alguém enxergar uma causa social, quando o Senhor Chico Buarque, sai de sua residência em Paris, tão somente para fazer público para a sua amiga, a Senhora Dilma?

Como pode a presidente da República, gritar a plenos pulmões que defende os mais pobres, quando distribui MILHÕES DE REAIS, por meio da Lei Rouanet, para artistas que aceitam fazer propaganda para o seu governo, enquanto milhares de pacientes morrem nas filas dos hospitais sem atendimento médico, exatamente por falta de dinheiro?

Como pode o Senhor Lula, gritar em alto e bom som que é um homem do povo, trabalhador e humilde, quando sua maior atividade durante a vida foi organizar greves, e hoje veste os muito bem alinhados ternos Armani e viaja de jatinho por todo o país?
Se continuarmos a exemplificar, a lista quase não tem fim.

De longa data é sabido que, se você tem uma nação de idiotas, a capacidade de direcionamento desta, para onde bem entender, por àquele que está no comando fica deveras facilitada. E que maneira agradável e simples de se idiotizar uma nação, baixando o nível cultural desta, ao mesmo patamar do “Tá tranqüilo. Tá favorável”. Quem adere a tal “coisa” pode se dizer culto e ao mesmo tempo o governante faz o que bem entende, sem qualquer questionamento sobre suas intenções.

Assim, saibamos que, o que hoje chamam de cultura (música, cinema, teatro – salvo algumas peças-, etc) em outrora era tido como entretenimento. Para mim, mantenho a classificação antiga, e explico o motivo. A cultura é algo que enriquece intelectualmente o ser, habilitando-o a um conhecimento que o mesmo não possuía anteriormente. A alteração de conceito tem intenções bem pouco nobres, porém, nem tanto imotivadas, como já explicitado acima.

Concluímos que, parece que existe muito pouca coisa fora dos planos das personalidades políticas, incluindo o próprio impeachment, eis que se arrancou a marionete, porém, os seus condutores permanecem por trás do pano preto.

Tão, ou quem sabe até mais importante que retirar da presidência um ícone de tudo que é imprestável, será, já no próximo ano, sermos vigilantes aos livros de história das nossas crianças, para que nestes não venha o capítulo do ano de 2016 como o Ano do Golpe.


terça-feira, 10 de maio de 2016

Advogado ganha R$ 8 MIL contra a NEXTEL, por colocar o nome da sua mãe falecida no SPC

Inclusão de nome de parente falecido gera direito a indenização por danos morais.

Conhecido na doutrina e na jurisprudência como danos morais reflexos, a inclusão de nome de parente falecido gera o direito a reparação pecuniária ao sobrevivente.

Trata o caso em questão, de uma ação de reparação por danos morais que um advogado carioca, Thiago Lace, impetrou contra a Nextel, após a empresa ter incluído o nome de sua mãe nos serviços de proteção ao crédito. O advogado mencionou e provou durante o processo, que por vezes tentou provar que sua mãe havia falecido, no entanto nada mais fazia a empresa a não ser cobrada uma dívida que teria sido deixada pela mesma.

A legislação pátria é clara, no que tange a dívidas deixadas por parentes falecidos, os herdeiros só são obrigados a pagarem até o montante que a herança, também deixada por estes alcançar. Como a mãe do advogado não deixou qualquer bem ou valor, não há que se falar em responsabilidade deste com a dívida deixada por ela.

Em uma sentença de primeira instância, a qual a Nextel impetrou recurso, o Advogado conseguiu R$ 8.000,00 de condenação.

Veja parte da sentença:

Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE EM SUA MAIOR PARTE O PEDIDO para determinar a baixa definitiva das restrições cadastrais ordenadas pela ré contra o nome da finada, o que também se concede a título de antecipação dos efeitos da tutela; e para condenar a ré a pagar ao autor a importância de R$ 8.000,00 (oito mil reais), a título de compensação por danos morais, a ser corrigida monetariamente pela UFIR/RJ a partir da sentença e acrescida de juros de mora à taxa de 1,0% ao mês a correrem da data da primeira inscrição negativa (S. 54, do STJ). Condeno a ré ao pagamento das custas processuais e honorários de advogado, os quais arbitro em dez por cento sobre o valor da condenação. Independentemente do trânsito em julgado da sentença, expeçam-se ofícios ao SPC e SERASA para baixa das inscrições cadastrais realizadas pela ré contra o nome de Helena Márcia Lace Cordeiro. P.R.I.
Rio de Janeiro, 02/07/2015.

Mauricio Chaves de Souza Lima - Juiz Titular”

Processo No 0034937-56.2013.8.19.0202


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

7 MOTIVOS PARA O ESTADO ESTAR SEM GRANA.

video

PEZÃO NA JACA. ESTADO SEM DINHEIRO? CRISE? ONDE?

Para quem crê mesmo nas palavras do Excelentíssimo Governador, Pezão, o juiz Leonardo Grandmasson, da Vara de Fazenda Pública do RJ, revela que a ausência de recursos só existe quando se trata de pagamento aos servidores.


Isto porque, o juiz encontrou motivos, e não foram poucos, que revelam a ostentação em gastos claramente fúteis e desproporcionais. Elencaremos alguns deles:

1-   Repasse de vultosa quantia, na cifra de R$ 39 milhões para socorrer à SUPERVIA em razão de dívida com a LIGHT;

-   Gastos em publicidade na cifra de R$ 53 milhões, isso sem contar outros R$ 1.5 BI, gastos desde o governo Cabral e mais R$ 14 MI previstos para 2016;

3-   Reforma no Palácio Guanabara, gastando a singela quantia de R$ 19 milhões;

4-   Reforma do Palácio Laranjeiras, residência oficial sem uso, ao custo de R$ 39 milhões;

5-   Desconto fiscal de IPVA para as empresas concessionárias de ônibus;

6-   Isenções fiscais renunciando receita de R$ 6,208 bilhões, no ano de 2014, com estimativa de renúncia de R$ 7,073 bilhões, R$ 7,673 bilhões e R$ 8,313 bilhões para os anos de 2016, 2017 e 2018, respectivamente;

7-   Financiamento de R$ 760 milhões para Companhia de Bebidas das Américas (AMBEV);


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Vítimas e Pobres Coitados



Um dos casos mais impressionantes noticiados nesta semana foi, sem dúvidas, o da mãe que teve o seu filho morto por dois bandidos confessos, e compareceu a delegacia, conversou com ambos, abraçou-os e disse os ter perdoado.

 

Suspeitos confessam morte no ES e pedem perdão à mãe de vítima.

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2015/10/suspeitos-confessam-morte-no-es-e-pedem-perdao-mae-de-vitima.html

A maioria dos comentários desta notícia no site g1.globo.com, dão glória a Deus pelo ato, sempre entre frases de perdão e similares.

Vamos tentar analisar fria e tecnicamente o ocorrido.

O crime aconteceu no mês de março de 2015 e os bandidos só foram descobertos em 20/10/2015, em virtude de uma outra operação policial, que nada tinha a ver com o homicídio em si. Bem, isso prova que os mesmos não se arrependeram em nenhum momento, do contrário teriam espontaneamente procurado as autoridades policiais.
O segundo ponto é que, a própria mãe nesta entrevista menciona que: Acho que eles não estão arrependidos, que me pediram perdão por medo, porque estavam dentro de uma delegacia. (...)”. Ora bolas, por qual motivo ter um tratamento tão cordial a duas pessoas que tiraram a vida de seu próprio filho de forma cruel e covarde? A resposta encontra-se no terceiro ponto.
No mesmo relato a mãe continua: “Mas eles são uns pobres coitados, vítimas das drogas. Deus é quem vai julgá-los pelo que fizeram. Eu sou muito religiosa e meu filho também era. Os perdoei por ele, porque o Magno faria isso". A mãe acredita de todo o coração que, pelo fato dos homicidas serem usuários de drogas são VÍTIMAS, transferindo assim todo o tratamento a ser dado às vítimas reais para os autores do crime, tendo como base para isso a crença em Deus e os dogmas de uma religião.

Notem bem que o caso acima noticiado e desmembrado é a prova mais do que real do ensinamento de um dos filósofos com a mente mais prostituída que já existiu, Jean-Jacques Rousseau, “Bandido não tem culpa de ser bandido, é a sociedade que o corrompe.”, temperado com um pouquinho de tacanhismo de algum pastor ou padre que faz o “bom uso” das palavras bíblicas, para não dizermos o contrário.

Com tantos absurdos, é possível perceber que existe uma prostituição do raciocínio mais básico de valores, estes que já se encontram completamente destruídos, restando apenas os resultados mentais há muito plantados na sociedade. Não existe qualquer relação com o significado de perdão, este no seu conceito real. O que ocorre neste caso, é que simplesmente a mãe crê que ao aceitar a desculpa dada pelos homicidas (desculpa, pois que ela mesmo diz não acreditar no arrependimento deles) alivia-se da dúvida cruel do que realmente aconteceu com seu filho.

Arrependimento e perdão são relações diretas com a divindade. O que acontece com a mãe do caso em tela é um completo abobalhamento, que com certeza, se possível, faria o pobre do falecido se revirar no túmulo, como diziam os antigos.

Em suma, notadamente o comportamento desta senhora é o de grande parte de nossa sociedade atual, que acredita estar em contato com o Santíssimo por aceitar como pobres coitados, e o pior, VÍTIMAS, todos àqueles que deveriam ser proibidos de estarem em contato com os cidadãos de bem.
Não, não são vítimas esses dois rapazes, eles são dois homicidas, que decidiram tirar a vida de uma pessoa trabalhadora e desarmada. Não, não merecem qualquer tipo de perdão, merecem o rigor da nossa lei, que nem tão rigorosa assim é, porém é o que temos. Não, eles não estão arrependidos. E por fim não, essa mãe não sabe o que está falando, só o que ela fez foi dar aos homicidas a alcunha de vítima das drogas e pobres coitados. E se assim o são, o que seria o seu filho morto? O resultado natural da ação das vítimas das drogas e dos pobres coitados? Então é isso que todos nós que saímos todos os dias para trabalhar somos? Instrumentos de uso da vítimas das drogas e dos pobres coitados, que podem fazer o que bem quiserem conosco, pois que nós não temos o direito de utilizar o título de vítimas e de pobres coitados, visto que esses títulos são dos que nos roubam, matam, estupram as mulheres, etc.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Criação e Aumento de Impostos x Desenvolvimento.


Será aqui demonstrado, de forma bastante simples e sem cálculos mirabolantes que, as alegações tanto da Senhora Presidente Dilma como de seus Ministros, principalmente o Senhor Joaquim Levy que, não existe qualquer coerência, lógica, seriedade, quiçá racionalidade advogar que o aumento ou a criação de mais carga tributária recuperará o país da crise e o lançará novamente ao desenvolvimento.

Chega a ser infantil, sendo que até mesmo uma criança que conheça as operações básicas entenderá, relacionar aumento e criação de impostos com o sucesso, desenvolvimento ou recuperação da crise. Senão vejamos.

Utilize como exemplo qualquer produto de seu consumo costumeiro, adicione uma tributação a mais (fora todas as já incidentes), se você faz parte da imensa classe trabalhadora e assalariada, como isso afetará a seu consumo a esse produto? Você consumirá mais ou menos desse produto?

Ainda que, como alegado pelo líder do PT na Câmara, José Guimarães: “As pessoas nem sentem”, e segue: “Esse é o tipo do tributo que quem paga são aqueles que têm grandes movimentações...”[1]. Quando o Excelentíssimo diz que “As pessoas nem sentem”, está se referindo que a maioria da população não arcará, e objetivamente em seguida diz que, a maior incidência se dará àqueles “que têm grandes movimentações”. Ou seja, a classe empresária.

Entendamos. Ainda que o empresário absorva o aumento e a majoração de impostos, o que ocorre é que a margem de lucro diminui, a margem de lucro diminuindo o empresário terá de contratar menos e até mesmo demitir funcionários. A conclusão é simples. Empresários lucrando menos, trabalhadores perdendo seus empregos, e desempregados que não conseguem se recolocar no mercado. Qualquer semelhança com a situação atual que o país vive, será que é mera coincidência?

A antiga visão de que o empresário é o grande e cruel explorador dos pobres coitados trabalhadores não cola mais. O grande, cruel e faminto explorador dos trabalhadores é o próprio Estado. O empresário, principalmente o grande, é aquele que mais gera empregos. Se o governo trata esse tipo de pessoa como seu inimigo, o desemprego é inevitável, resultando no boom de empresas privadas quebrando e milhares de chefes de família sendo demitidos.

Um exemplo básico é o humorista Danilo Gentili que está investindo em um Clube de Comédia em Orlando, na Flórida. Veja parte de sua entrevista a Revista Quem:
“Não enfrentamos dificuldades para empreender no exterior. Aqui no Brasil, o governo vê o empreendedor como um adversário. Nos Estados Unidos, eles entendem como um aliado. Afinal, vamos gerar empregos, aumentar o turismo, a arrecadação.”[2]

Esta é a prova de que, não é preciso ser um economista de Harvard para entender que está ideia é um estupro a qualquer raciocínio minimamente sério e/ou lógico.


[1] http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/09/lider-do-governo-na-camara-diz-que-pessoas-nem-vao-sentir-cpmf.html
[2] http://revistaquem.globo.com/Entrevista/noticia/2015/09/danilo-gentili-vai-abrir-bar-de-comedia-nos-eua-tive-visao-do-negocio.html

sábado, 1 de agosto de 2015

Ainda Vale a Pena Ser Honesto no Brasil?

A pergunta pode parecer e até mesmo ser bem simples, porém extremamente espinhosa e delicada é a resposta. Se começarmos de cima para baixo, desde os mais altos escalões governamentais e empresariais, os escândalos diários noticiados com a regularidade tamanha que muitos de nós, meros cidadãos comuns, já não temos mais a capacidade de nos assustar.

Assim, mesmo se fizermos o caminho inverso, de baixo para cima, com a mesma periodicidade diária, acompanhamos matérias jornalísticas de pequenos delitos praticados pelos cidadãos menos abastados, nesse caso a diferença está em que na maioria das vezes os crimes são oriundos de necessidades financeiras.

Na mesma esteira vem as entidades responsáveis pela fiscalização e punição dos fora da lei, que vez por outra também aparece em alguma notícia de escândalo, abuso, corrupção ou coisa que o valha.

Desta forma, fica bastante difícil orientar, educar e ensinar aos mais jovens que o caminho certo é o da retidão, pois que hodiernamente percebemos que no Brasil àqueles que “andam na linha” muitas das vezes são “atropelados pelo trem”, não tendo qualquer reconhecimento, consideração, apoio e/ou incentivo para honestamente permanecer vivendo.

O resultado de toda essa avalanche de “falta de honestidade” é o legado deixado as crianças e adolescentes que presenciam tudo da mesma forma, porém que não têm o mesmo discernimento das pessoas de mais idade. E sem saber a quem seguir, normalmente tendem a acompanhar o lado aparentemente mais “fácil” da vida, característica muito comum a imaturidade juvenil.

Em suma, particularmente não vejo luz no fim desse túnel, e para ser bem sincero creio que as coisas vão piorar cada vez mais. Um conselho? Há bem pouco tempo comecei a ter fé, e como qualquer bom dicionário nos traduz, ter fé é crer com todas as suas forças em algo que não se tem qualquer prova fático-material de que esse tal algo existe ou vai existir.

Sigamos fazendo aquilo que cremos ser o correto, e torcendo e aconselhando àqueles que a nós pedem qualquer tipo de auxílio ou orientação a fazer o mesmo. Do contrário entregue-mo-nos de vez ao desconhecido e partamos desta vida para uma outra ou para o nada, pois que se não tens fé no que vive, para que vive?